Jimi Hendrix (nascido Johnny Allen Hendrix, mais tarde James Marshall Hendrix); nasceu em Seattle, 27 de Novembro de 1942 e morreu em Londres, 18 de Setembro de 1970 foi um guitarrista, cantor, compositor e produtor norte-americano, amplamente considerado um dos mais importantes guitarristas da história do rock.
HISTÓRIA
A banda foi formada em 1970. Seu nome quase foi Hendrix, Emerson, Lake, and Palmer (ou HELP). Em 1969, Keith Emerson estava tocando com os The Nice, e Greg Lake estava tocando com o King Crimson. Após tocarem nos mesmos concertos algumas vezes, os dois tentaram trabalhar em conjunto, mas perceberam que seus estilos não eram compatíveis, mas sim complementares. Eles desejavam se tornar uma banda composta por teclado, baixo e bateria, algo que nunca havia sido feito anteriormente, mas sentiram que era algo utópico, e então saíram a procura de um baterista.
Antes de confirmar Carl Palmer na banda, Mitch Mitchell (do Jimi Hendrix Experience) foi contactado. Ele não se interessou mas passou a idéia para Jimi Hendrix. Hendrix, cansado de sua banda e querendo experimentar idéias diferentes, expressou interesse em tocar com o grupo. Por conflitos nas agendas dos músicos isso não foi possível inicialmente, mas o plano era unir Hendrix no Isle of Wight Festival (em 1970). Infelizmente Hendrix faleceu, reduzindo a banda à Emerson, Lake and Palmer.
Vivemos num país repleto de belas paisagens mas, infelizmente, todos os dias as vemos invadidas por lixo que aí é ilegalmente depositado. Partindo do relato de um projecto desenvolvido na Estónia em 2008, um grupo de amigos decidiu colocar “Mãos à Obra” e propor “Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia”. Em poucos dias estava em marcha um movimento cívico que conta já com cerca de mais de 17000 voluntários registados. É também uma oportunidade para romover a educação ambiental e reflectir sobre a problemática do lixo, do desperdício, do ciclo dos materiais e do crescimento sustentável, removendo todo o lixo depositado indevidamente nos nossos espaços verdes.
Neste momento já muitas pessoas acreditam que é possível. O objectivo é juntar o maior número de voluntários e parceiros, para que todos juntos possamos, fazer algo de essencial por nós, por Portugal, pelo planeta, e pelo futuro dos nossos filhos.
Muito ainda há a fazer, pelo que toda a ajuda é bem vinda!
Mãos à obra! Vamos limpar a floresta portuguesa num só dia.
Bioquímico argentino, de origem francesa, nascido em 1906, em Paris, e falecido em 1987, em Buenos Aires. Foi galardoado com o Prémio Nobel da Química em 1970, pelas suas investigações sobre os processos através dos quais os hidratos de carbono complexos são transformados em açúcares simples.
Leloir festejando com seus companheiros, em 10 de dezembro de 1970, dia que foi galardoado con o Premio Nobel.
Em 1970, recebeu o Prémio Nobel da Química. Posteriormente a sua equipa dedicou-se ao estudo das glicoproteínas – moléculas de reconhecimento nas células – e determinou a causa da galactosemia, uma grave enfermidade manifestada na intolerância ao leite. O metabolismo da galactose é actualmente conhecido no mundo científico como via de Leloir. Luis Federico Leloir morreu em Buenos Aires em 2 de dezembro de 1987, devido a um ataque do coração pouco depois de chegar a casa, vindo do laboratório. Foi sepultado no Cemitério de La Recoleta.
PRÉMIOS
1943 - 3º Prémio Nacional de Ciências 1958 - T. Ducett Jones Memorial Award 1965 - Prémio Fundação Bunge e Born 1966 - Gairdenr Foundation, Canadá 1967 - Prémio Louise Gross Horwitz, Universidade de Columbia 1968 - Prémio Benito Juárez 1968 - Doutor honoris causa, Universidade Nacional de Córdoba 1968 - Prémio José Jolly Kyle, da Associação Química da Argentina 1969 - Nomeado membro honorário da Biochemical Society da Inglaterra 1970 - Prémio Nobel de Química 1971 - Ordem Andrés Bello, Venezuela 1976 - Reconhecimento Bernardo O'Higgins no grau de Gran Cruz 1982 - Legião de honra pelo governo francês
CURIOSIDADES
Na década de 1920, Luis Federico Leloir se encontrava almoçando com alguns amigos no "Ocean Club de Playa Grande", em Mar del Plata, quando lhe serviram um prato de camarões. Pediu que lhe trouxessem ingrediente de molhos diferentes. Ao misturá-los, criou o "Salsa golf" (Molho Golf). Tempos depois, gracejou: "Se a tivesse patenteado, agora teríamos muito mais dinheiro para pesquisar". Os 80 mil dólares da Fundação Nobel ganhos pela sua distinção em ciências químicas, foram doados na totalidade para o Instituto Campomar, para permitir a continuação das suas pesquisas. De fato, nos 40 anos de trabalho que lá passou, Leloir jamais cobrou salário. Em 10 de dezembro, dia em que foi anunciada a sua condecoração com o Prêmio Nobel, disse:
" É só um passo de uma longa investigação. Descobri (não eu, minha equipa) a função dos açúcares nucleotídeos no metabolismo celular. Eu queria que entendessem, mas não é fácil explicar. Tampouco é uma façanha: é apenas saber um pouco mais."
Durante a minha vida conheci várias pessoas, cada uma delas com as suas características e a sua personalidade. Com todas elas eu aprendi mais um pouco, todas me ajudaram a crescer. E a vida continua, e vou conhecendo sempre mais pessoas. Vou agora dar-vos a conhecer, uma das pessoas com quem tenho o previlégio de trabalhar. Uma artista como uma sensibilidade incrivel, a quem eu desejo as maiores felicidades do mundo. Apreciem as suas palavras e o seu trabalho.
Com Um Olhar... Faço do Instante, o Retrato.. . Na Arte, o Alento... Da Cor, o Momento!
OLHA... Com o Teu olhar e mostra o que sente...
A pintura como uma forma de me expressar, emocionar, sentir... Encontrei na ARTE a mais bela forma de estar... a metade deste EU que de outra forma não fazia sentido. Pintar é tão somente falar comigo mesma para que os outros me entendam... é uma comunicação com o olhar, com os sentidos alerta... é um respirar noutra dimensão, é como um sonho... que é bom de sonhar... Sigam estas telas com os 5 sentidos para que nelas sintam este Eu... para que nelas vejam EU! A liderança, a vontade de criar e contribuir para uma sociedade melhor sempre foram objectivos da minha vida. Comecei com pequenas coisas e uma delas passou por ser líder do Grupo de Jovens Católico de Mafra, onde foi possível participar, contribuir, ajudar e seguir os valores em que acredito. E com pequenas coisas nasceram outras tantas... da escrita ao desporto radical, da fotografia á musica foi um passo curto... e assim o sonho alimenta-se...
ESBOÇOS
A escrita sempre me apaixonou, foi sempre um abrigo encantado de ilusões, sonhos, desejos para que a obra nascesse... a semente já germinava e com isso participei no Concurso de Poesia Cesário Verde, mas pedi conselhos, bebi do mesmo copo que Fernando Pessoa e outros tantos que me desafiavam com a sua escrita súbtil. A paixão pela Arte levou me a frequentar as Oficinas de Arte e aulas de Pintura no Museu Soares Branco em Mafra, onde pude adquirir as técnicas para aprofundar esta sensibilidade. A teimosia em saber um pouco mais sobre este mundo encantado persistia... este mundo que é a Arte... E assim o sonho alimenta, a persistência corre e a obra nasce, nasce para o mundo e já não me pertence... Agradeço á professora Milu, como carinhosamente era chamada, tudo aquilo que aprendi e por quem tenho uma admiração fascinante, qualquer traço que fazia era perfeito, e sonhava, sonhava um dia seguir os seus passos... como se fosse possível... Agradeço também ao Mestre Soares, um dos motores de incentivo nesta área, sendo as suas palavras relembradas em cada tela com muito carinho, e não me esqueço das suas palavras, em particular desta questão:” Mas o que é que está a fazer em economia?", depois de avaliar os meus trabalhos... deixou me muito orgulhosa... nunca esquecerei as suas palavras, serão sempre o meu alimento enquanto estiver a pintar... A primeira exposição foi na casa da Cultura D. Pedro V através dos novissímos com alguns dos meus trabalhos a óleo. Participei no Concurso Nacional da CGD e da EDP para Jovens Pintores. No entanto o meu interesse pela área económica levou-me a licenciar em Gestão de Empresas no ISEG. As ciências, diria que me abriram as janelas para uma visão mais ampla, com mais conhecimento, informação e observação do mundo que me rodeia, para que a minha ARTE não fosse estéril ou fechada num quadrado. Sou apenas mais uma cidadã do mundo, não pertenço aqui ou ali, tenho as minhas raízes, o meu país de berço, mas faço parte do mundo e é para ele que crio cada quadro que pinto.
Participei numa exposição individual num espaço de restauração em Mafra e workshops na Escola EB1 da Ericeira, onde obtive os mais sinceros elogios dos meus fãns de palmo e meio; foi uma experiência maravilhosa e uma experiência a seguir. A fotografia é também uma das minhas grandes paixões... A minha pintura percorre temáticas essencialmente emocionais que identificam o meu quotidiano; utilizo um traço predominantemente na técnica do pastel de óleo e tela sobre óleo. Salvador Dali foi um contributo de especial significado para captar a essência do surrealismo, promovendo em paralelo a técnica do impressionismo. Encontro na arte a minha mais bela e pura forma de estar; diria que é o sal da minha vida, não esquecendo as pessoas maravilhosas que me rodeiam. Um muito Obrigada a todos os que me apoiam e apreciam a minha ARTE..., em especial, aos meus familiares e amigos que sempre se orgulharam do meu trabalho e me incentivaram a seguir em frente...
"As pessoas amam o mistério, e é por isso que elas adoram as minhas pinturas." Salvador Dali
"Você tem que criar a confusão sistematicamente, isso liberta a criatividade. Tudo o que é contraditório cria vida." Salvador Dali
ANTÓNIO DE OLIVEIRA SALAZAR Faleceu a 27 de Julho de 1970
António de Oliveira Salazar, nascido a 28 de Abril de 1889, em Santa Comba Dão e falecido a 27 de Julho de 1970, descendente de uma família proprietária de pequenos campos agricolas, teve uma educação fortemente marcada pelo Catolicismo, que desta forma até chegou a frequentar um seminário, e mais tarde estudante da Universidade de Coimbra, onde anos mais tarde veio a ser professor de Economia Política. A sua iniciação à carreira política foi como deputado católico em 1921.
Já em ditadura militar, Salazar foi nomeado Ministro das Finanças (cargo que apenas exerceu durante 4 dias) demitindo-se assim devido a que não lhe foram dados todos os direitos que exigia… mas quando Óscar Carmona chegou a Presidente da República, Salazar regressou às Finanças, agora com todas as condições exigidas. O sucesso obtido na pasta das Finanças tornou-o, em 1932, chefe de Governo. Em 1933, com a aprovação da nova Constituição, formou-se o Estado novo.
As graves perturbações verificadas nos anos 20 e 30 nos países da Europa Ocidental levaram Salazar a adoptar severas medidas severas contra os que tinham coragem para discordar da orientação do Estado novo. Ao nível de relações internacionais, conseguiu assegurar a neutralidade de Portugal na Guerra Civil de Espanha e na II Guerra Mundial. Salazar é afastado do governo em 1968 por motivo de doença, sendo substituído por Marcelo Caetano. Após isto, acabou por falecer em Lisboa, a 27 de Julho de 1970.
O ESTADO NOVO
A designação oficiosa "Estado Novo", criada sobretudo por razões ideológicas e propagandísticas, quis assinalar a entrada numa nova era, aberta pela Revolução Nacional de 28 de Maio de 1926, marcada por uma concepção antiparlamentar e antiliberal do Estado. Neste sentido, o Estado Novo encerrou o período do liberalismo em Portugal, abrangendo nele não só a Primeira República, como também o Constitucionalismo monárquico. Como regime político, o Estado Novo foi também chamado salazarismo, em referência a António de Oliveira Salazar, o seu fundador e líder.
A CENSURA
O decreto 22 469 é explícito ao instaurar a censura prévia em publicações periódicas, "folhas volantes, folhetos, cartazes e outras publicações, sempre que em qualquer delas se versem assuntos de carácter político ou social". António de Oliveira Salazar, na inauguração do Secretariado Nacional da Informação: "Politicamente, só existe aquilo que o público sabe que existe."A 14 de Maio de 1936, a fundação de jornais é regulada. O Regulamento dos Serviços de Censura foi adoptado em Novembro do mesmo ano, mas não chega a ser publicado no Diário do Governo. Quem quisesse fundar algum jornal ou revista tinha, a partir de então, de requerer autorização da Direcção deste organismo. Munidos com o célebre "lápis azul", com que se cortava todo texto considerado impróprio, os censores de cada distrito ou cidade, apesar de receberem instruções genéricas quanto aos temas mais sensíveis a censurar, variavam muito no grau de severidade.
A MOCIDADE PORTUGUESA
A Mocidade Portuguesa era uma organização juvenil que procurava desenvolver o culto do chefe e o espírito militar, ao serviço do Estado Novo. A ela deveriam pertencer, obrigatoriamente, os jovens dos sete aos catorze anos. A Mocidade Portuguesa foi criada em 19 de Maio de 1936. O desporto era fundamental devido à disciplina que implica. Esta Instituição Juvenil encontrava-se dividida por quatro escalões etários: os lusitos (dos 7 aos 10 anos), os infantes (dos 10 aos 14 anos), os vanguardistas (dos 14 aos 17 anos) e os cadetes (dos 17 aos 25 anos). O primeiro Comissário Nacional a dirigir a Mocidade Portuguesa foi Francisco José Nobre Guedes. Em Dezembro de 1937 formou-se a Mocidade Portuguesa feminina. Os seus objectivos, de acordo com a ideologia do Estado Novo, era formar uma nova mulher, boa católica, futura mãe e esposa obediente. Mas, a partir de 1971, a Mocidade Portuguesa foi perdendo importância, sendo extinta após o 25 de Abril de 1974.
A LEGIÃO PORTUGUESA
A Legião Portuguesa era uma milícia que estava sob a alçada dos Ministérios do Interior e da Guerra. O seu objectivo era "defender o património espiritual" e "combater a ameaça comunista e o anarquismo", de acordo com a ideologia do Estado Novo. A partir de meados da Segunda Guerra Mundial a Legião Portuguesa recebeu a missão de coordenar a Defesa Civil do Território. Essa missão manteve-se mesmo depois do fim da Guerra e, sobretudo a partir da entrada de Portugal na NATO, acabou por tornar-se a principal função da LP. Nas décadas de 1950 e 1960, a sua acção policial caracterizou-se pela colaboração com a Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE) na repressão às forças da oposição, para a qual contribuiu o seu Serviço de Informações e a sua vasta rede de informadores. Foi também utilizada como força de choque na repressão de manifestantes e de instituições tidos por oposicionistas ao regime. Foi extinta em 1974, na sequência da Revolução de 25 de Abril, pelo Decreto-Lei n.º 171/74, de 25 de Abril.
A PIDE
A Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), foi a polícia política portuguesa entre 1945 e 1969. A PIDE foi criada pelo Decreto-Lei n.º 35 046, de 22 de Outubro de 1945, substituindo a Polícia de Vigilância e Defesa do Estado, de quem herdou a estrutura, métodos e funções. Apresentada como um "organismo autónomo da Polícia Judiciária", nos moldes da Scotland Yard, a PIDE foi realmente uma polícia política cuja principal função consistiu na repressão de qualquer forma de oposição ao Estado Novo de Oliveira Salazar. A função da PIDE ia além da de polícia política, sendo igualmente responsável pelo controlo de estrangeiros e fronteiras, pela informação e contra-espionagem, pelo combate ao terrorismo e pela investigação de crimes contra a segurança do estado.
O TARRAFAL
O campo de Concentração do Tarrafal A 23 de Abril de 1936 era oficialmente criado, por lei do regime de Salazar, a Colónia Penal do Tarrafal, vulgo campo de concentração do Tarrafal, situada no lugar de Chão Bom, em Tarrafal de Santiago, Cabo Verde. Destinava-se a presos políticos e a 18 de Outubro desse ano, partia de Lisboa a primeira leva de presos constituída, maioritariamente, por sublevados da armada, que se amotinaram no Tejo e tentaram zarpar para Espanha em apoio dos republicanos que defrontavam o levantamento armado fascista de Francisco Franco.
Um belo poema para começar 2010. “Recomeça”, de Miguel Torga…
Recomeça….
Se puderes Sem angústia E sem pressa. E os passos que deres, Nesse caminho duro Do futuro Dá-os em liberdade. Enquanto não alcances Não descanses. De nenhum fruto queiras só metade.
E, nunca saciado, Vai colhendo ilusões sucessivas no pomar. Sempre a sonhar e vendo O logro da aventura. És homem, não te esqueças! Só é tua a loucura Onde, com lucidez, te reconheças…
Chegou o Natal, a quadra que eu mais gosto. Aqui está a árvore de natal, já com alguns presentes. O Natal sempre foi importante para mim, no entanto desde que fui pai renasceu em mim o Espírito de Natal, com toda a sua magia.
PARTIDO COMUNISTA DOS TRABALHADORES PORTUGUESES Movimento Reorganizativo do Partido do Proletariado
Partido de tendência maoísta, fundado em Setembro de 1970, sendo seu primeiro secretário-geral Arnaldo Matos. Publica : Bandeira Vermelha , como orgão teórico a partir de 1970 e Luta Popular como orgão de massas a partir de 1971. Muito activo, nos anos anteriores ao 25 de Abril sobretudo nos meios estudantis de Lisboa, manteve intensa actividade durante os anos de 1974 e 1975, contando nessa altura nas suas fileiras com algumas destacadas figuras da cena política actual, entre as quais Durão Barroso e Fernando Rosas, que entretanto abandonaram o partido. Em 1976 mudou o nome para Partido Comunista dos Trabalhadores Portugueses e passou a usar a sigla PCTP/MRPP. O seu líder histórico foi Arnaldo Matos e Saldenha Sanches o director do Jornal "Luta Popular". O actual líder é Garcia Pereira.
Promovida pela Cruz Vermelha Portuguesa, irá ter lugar no próximo dia 15 de Novembro de 2009 a primeira corrida e Caminhada Mão Solidária. Esta prova é composta de uma corrida pedestre, numa extensão de aproximadamente 10.000 metros e de uma caminhada de aproximadamente 3.500 metros. Participe! Inscreva-se nesta grande Corrida e Caminhada e dê uma Mão à Cruz Vermelha nos seus projectos de assistência e apoio aos mais necessitados.
Os Kraftwerk foram fundados em 1970 por Florian Schneider-Esleben (flauta) e Ralf Hütter (teclado) no seu estúdio Kling Klang, na cidade de Düsseldorf, Alemanha. Conheceram-se quando estudavam no Conservatório de Düsseldorf no final dos anos 60, participando da cena experimental da música da época, o movimento posteriormente intitulado Krautrock.
Emil Schult tornou-se um colaborador regular do grupo no início de 1973, originalmente tocando baixo e violino, produzindo material visual da banda e letras. Após vários álbuns experimentais, o sucesso da banda surge em 1974 com o álbum Autobahn, e a sua faixa de 22 minutos motorik.
A canção foi um hit mundial, demonstrando a grande relação da banda com sintetizadores e outros instrumentos electrónicos. Este álbum foi seguido por uma trilogia de álbuns que influenciou bastante a música popular posterior: Radio-Activity (1975), Trans-Europe Express (1977) e The Man Machine (1978).
Em 1975 formou-se o que ficou conhecido como a formação clássica dos Kraftwerk, para a digressão de Autobahn. Juntaram-se a Hütter e Schneider Wolfgang Flür and Karl Bartos como percussionistas electrónicos.
Em meados de 1999, as gravações originais de Tour de France foram finalmente lançadas em CD, indicando um reinício das actividades da banda. O single Expo 2000, a primeira nova música em treze anos, foi lançado em Dezembro do mesmo ano.
Em Agosto de 2003, a banda lançou Tour de France Soundtracks, o primeiro álbum desde Electric Café, de 1986.
Em Junho de 2005, a banda lançou um álbum ao vivo, Minimum-Maximum, que foi compilado de apresentações da banda durante a digressão europeia no início de 2004, recebendo várias críticas positivas.
O álbum foi galardoado com o Grammy para melhor álbum de música electrónica. Juntamente com o CD, foi lançado um DVD que contém vários vídeos de apresentações em várias localidades no mundo.
O Grupo hoje: Ralf Hütter Fritz Hilpert Henning Schmitz Stefan Pfaffe
Antigamente: Florian Schneider (1970-2008) Wolfgang Flür (1973-1986) Karl Bartos (1974-1991) Klaus Roeder (1974) Michael Rother (1971-1972) Klaus Dinger (1971-1972)
Discografia [editar] Álbuns de estúdio 1970 - Tone Float (ainda sob o nome Organisation) 1971 - Kraftwerk 1972 - Kraftwerk 2 1973 - Ralf und Florian 1974 - Autobahn 1975 - Radio-Aktivität (título em inglês: Radio-Activity) 1977 - Trans-Europa Express (título em inglês: Trans-Europe Express) 1978 - Die Mensch-Maschine (título em inglês: The Man Machine) 1981 - Computerwelt (título em inglês: Computer World) 1983 - Techno-Pop 1986 - Electric Cafe 1991 - The Mix 2001 - Expo Remix (junção dos singles Expo 2000 e Expo Remix) 2003 - Tour de France Soundtracks 2005 - Minimum-Maximum 2009 - 12345678: The Catalogue
Singles 1973 - Kohoutek-Kometenmelodie 1974 - Autobahn/Morgenspaziergang 1975 - Radioaktivität/Antenne (em inglês, Radioactivity/Antenna) 1977 - Trans-Europa Express (em inglês, Trans-Europe Express) 1977 - Schaufensterpuppen/Les Mannequins (versões alemã e francesa de Showroom Dummies) 1978 - Spacelab (Edit) (3.37)/The Robots (Edit) (3.48) - Brasil (7") 1978 - Spacelab (5.51)/The Model (3.38) - Brasil (7") 1978 - Die Roboter (em inglês, The Robots 1978 - Das Modell (em inglês, The Model) 1978 - Neonlicht (em inglês, Neon Lights) 1978 - Pocket Calculator/Computerworld - Brasil (7") 1978 - Homecomputer - Brasil (7") 1981 - Computerwelt (em inglês, Computer World) 1981 - Computerliebe (em inglês, Computer Love) 1981 - Taschenrechner/Dentaku (versões alemã e japonesa de Pocket Calculator) 1981 - Mini Calculateur (versão francesa de Pocket Calculator) 1983 - Tour de France 1986 - Der Telefon Anruf (em inglês, The Telephone Call) 1986 - Musique Non-Stop 1991 - Die Roboter (mixada) (em inglês, The Robots) 1991 - Radioaktivität (mixada) (em inglês, Radioactivity) 1999 - Expo 2000 2000 - Expo Remix 2003 - Tour de France 2003 2004 - Aéro Dynamik 2007 - Hot Chip Remixes
Álbuns ao vivo 2005 - Minimum-Maximum (CD duplo) [editar] Compilações e remisturas 1972 - Kraftwerk (2LP - compilação - UK) 1973 - Kraftwerk 1 (compilação dos álbuns Kraftwerk 1 e Ralf and Florian - Italia) 1974 - Exceller 8 (compilação) 1974 - Highrail (compilação) 1974 - Doppelalbum (2LP - compilação - Alemanha) 1974 - Kraftwerk 2 (compilação dos álbuns Kraftwerk 2 e Autobahn - Italia) 1976 - Collection Atout (compilação - França) 1981 - Elektro Kinetik (compilação) 1991 - The Mix (álbum de misturas) 1992 - The Model (CD - compilação - EUA) 1994 - Three Original - Capitol Years (3CD - compilação - EUA) 2006 - Der Katalog (título em alemão: Der Katalog) (remasterização de álbuns de 1974-2003 - só existe em versão promocional. Não foi lançado comercialmente.) [editar] Compilações e remisturas não oficiais 1992 - The Remix - Gravadora Smurf(2) www.discogs.com
DVDs 2005 - Minimum-Maximum (DVD duplo) 2006 - Notebook (caixa contendo DVD duplo e CD duplo, com as mesmas gravações de Minimum-Maximum)
Álbuns não-oficiais 1975 - Kometenmelodie (ao vivo no Sartorysäle, em Köln, Alemanha, no dia 22 de Março de 1975) 1990 - Return Of The Mensch-Maschine (ao vivo no teatro Tivoli, em Bolonha, Itália, no dia 7 de Fevereiro de 1990) 1991 - Hyper Cerebal Machine (ao vivo no teatro Apollo, em Firenze, Itália, no dia 19 de Maio de 1981) 1992 - Virtu Ex Machina (ao vivo no Nakano Sun Plaza, em Tóquio, Japão, no dia 7 de Setembro de 1981) 1995 - Toccata Electronica (mixagens externas, versões de singles e músicas raras) 1996 - Oriental Computer (ao vivo no Nagoya Shi Koukai Do, em Nagoya, Japão, no dia 13 de Setembro de 1981) 1997 - Kling Und Klang (um resumo do concerto no teatro Rolling Stone, em Milão, Itália, no dia 17 de Novembro de 1991) 1997 - Tribal Gathering (músicas ao vivo no festival Tribal Gathering, em Luton, Inglaterra, no dia 24 de Maio de 1997 e mixagens externas) 1998 - Concert Classics (ao vivo no Ebbet's Field, em Denver, Estados Unidos, no dia 20 de Maio de 1975) 1998 - The Warfield Theatre Soundboard (ao vivo no teatro Warfield, em San Francisco, Estados Unidos, no dia 07/16/1998) 1998 - Tour de Rio (ao vivo Free Jazz Festival, no Rio de Janeiro, Brasil, no dia 16 de Outubro de 1998) 2001 - Ananas Symphonie (ao vivo no Beggar's Baquet Club, em Louisville, Estados Unidos, no dia 13 de Abril de 1975) 2004 - At The Cirkus (ao vivo no Cirkus, em Estocolmo, Suécia, no dia 10 de Fevereiro de 2004) 2004 - Music & Arts (ao vivo no 5° festival Coachella Arts & Music, em Indio, Estaods Unidos, no dia 1 de Maio de 2004) 2006 - Vitamin Roboter (ao vivo no festival Summer Of Love, em Pardubice, República Tcheca, no dia 19 de Agosto de 2006) 2007 - K4 Bremen Radio (ao vivo no Gondel Kino, em Bremen, Alemanha, no dia 25 de Junho de 1971)
Dificuldades de Aprendizagem na Infância. Diagnóstico e Intervenção
Objectivos: Nesta formação, é dada uma visão profunda dos diversos transtornos infantis envolvendo a aprendizagem, seja da leitura, da escrita, da fala, entre outras. No final da Formação os formandos deverão ter competências para identificar as dificuldades de aprendizagem das crianças, as melhores estratégias de intervenção e encaminhamentos necessários face à problemática identificada.
Metodologia: Exposição teórica, Dinâmicas de grupo, jogos pedagógicos, estudo de casos e debates.
Conteúdo Programático: • Conceitos e Tipos de Aprendizagem: Visual, Cinestésica e Auditiva; • Os caminhos neurológicos da Aprendizagem: Funções cognitivas (sensação, percepção, imaginação, emoções, memória, atenção e inteligência; • Introdução ao Diagnóstico de transtornos e dificuldades de aprendizagem: • Dislexia • Dislalia • Disgrafia • Discalculia • Transtornos Emocionais • Transtornos de Atenção • Hiperactividade • Sobredotação • Síndrome de Asperger • Autismo • Transtornos de comportamento opositor; • Ansiedade; • Estratégias de intervenção e encaminhamento;
Local: Lisboa, Policlínica do Areeiro, Av. Guerra Junqueiro, nº15 2º
Data: 31 de Outubro de 2009 (sábado das 10h às 13h e das 14h às 17h); 7 de Novembro de 2009 (sábado das 10h às 13h e das 14h às 17h);
Duração: 12Horas
Preço: 80 euros. Desconto de 20% para estudantes e protocolos.
DATA LIMITE PARA INSCRIÇÕES 26 de Outubro de 2009
Destinatários: Professores, Psicólogos, Educadores, Pedagogos, Técnicos de Serviço Social, Assistentes Sociais, Auxiliares de Educação, Pais, Estudantes e Todos os Interessados.
Formadores: Maria de Jesus Candeias, Psicóloga Clínica no Agrupamento de escolas Avelar Brotero, Odivelas, Psicoterapeuta, Formadora Profissional.
Informações e Inscrições: 218 439 319 (das 14h às 20h) ; 96 23 62 861; 91 991 82 25 ou email: jesuscandeias@gmail.com http: \\maria-jesuscandeias.blogspot.com
José Sobral de Almada Negreiros (Trindade, S. Tomé, 7 de Abril de 1893 — Lisboa, 15 de Junho de 1970) foi um artista multidisciplinar, pintor, escritor, poeta, ensaísta, dramaturgo e romancista português ligado ao grupo modernista. Também foi um dos principais colaboradores da Revista Orpheu.
Vida Era filho de António Lobo de Almada Negreiros, um tenente de cavalaria que foi administrador do Concelho de São Tomé e fundador de diversos jornais. Uma parte da sua infância foi passada em São Tomé e Príncipe, terra natal da mãe, Elvira Freire Sobral. Depois da morte da mãe, em 1896, foi viver em Portugal; nesta altura, em 1900, o pai é nomeado encarregado do Pavilhão das Colónias na Exposição Universal de Paris, deixando os filhos José e António ao cuidado dos jesuítas no Colégio de Campolide. Em 1911, após a extinção do Colégio de Campolide dos Jesuítas e uma breve passagem pelo Liceu de Coimbra, José entra para a Escola Internacional de Lisboa. Nesta escola, consegue um espaço onde irá desenvolver o seu trabalho, publicando, ainda nesse ano, o seu primeiro desenho na revista A Sátira. Publica também o jornal manuscrito A Paródia, onde é o único redactor e ilustrador.
Painel "Lá vem a nau Catrineta que traz muito que contar." Autor do painel: Almada Negreiros, 1893-1970.
Em 1913, apresenta, na Escola Internacional de Lisboa, a sua primeira exposição individual, composta de 90 desenhos; aqui trava conhecimento com Fernando Pessoa, com quem edita a Revista Orpheu, juntamente com Mário de Sá Carneiro. Júlio Dantas, médico, poeta, jornalista e dramaturgo, é a maior figura da intelectualidade da época e afirma que a revista é feita por gente sem juízo. Irónico, mordaz, provocador mesmo, Almada responde com o Manifesto Anti-Dantas, onde escreve: "…uma geração que consente deixar-se representar por um Dantas é uma geração que nunca o foi. É um coio d’indigentes, d’indignos e de cegos, e só pode parir abaixo de zero! Abaixo a geração! Morra o Dantas, morra! Pim!" O manifesto teve algum impacto no meio artístico; é tempo de mudar as mentalidades e a sociedade, e Almada fá-lo como poucos, atacando a cultura burguesa instituída e os seus representantes ao mais alto nível. Em 1917, escreve a novela A Engomadeira. Em 1919, vai viver para Paris, onde exerce diversas actividades e escreve a Histoire du Portugal par coeur. Em Paris, fica apenas cerca de um ano e, quando regressa, vai colaborar com António Ferro, tendo inclusivamente desenhado a capa do livro deste, Arte de Bem Morrer. Faz também as capas da revista Presença, números 47 e 54. Em 1927, volta a deixar Portugal, desta vez para Espanha, onde, além de colaborar com diversas revistas, escreve El Uno, Tragédia de la Unidad, obra dedicada à pintora Sarah Afonso, com quem viria a casar em 1934, já após o seu regresso a Portugal.
Painel "Ó terra onde eu nasci". Autor do painel: Almada Negreiros, 1893-1970.
Em Portugal, vigora já o Estado Novo, e Almada, apoiante das ideias fascistas por influência do Futurismo italiano, começa a ser solicitado para colaborar com as grandes obras do Estado. O Secretariado da Propaganda Nacional – SPN, encomenda-lhe o cartaz de apelo ao voto na nova constituição; o mesmo SPN irá organizar mais tarde a exposição Almada – Trinta Anos de Desenho, convidando-o para se apresentar na exposição Artistas Portugueses, no Rio de Janeiro, em 1942. Segundo refere Fernando Dacosta na sua obra Máscaras de Salazar (Lisboa, 2002), Almada Negreiros venerava o ditador António de Oliveira Salazar, Presidente do Conselho. Num espectáculo a que este assistiu no Teatro de S. Carlos, em Lisboa, Almada fez questão de o cumprimentar em pessoa. Salazar, que não simpatizava particularmente com ele, limitou-se a perguntar, em tom enfadado: «É o Sr. Almada?», e Almada Negreiros respondia, subservientemente: «Sou sim, Senhor Presidente. Muita honra, Senhor Presidente.»
Painel "Dom Fuas Roupinho, 1º Almirante da Esquadra do Tejo ou o Milagre de Nossa Senhora da Nazaré". Autor do painel: Almada Negreiros, 1893-1970.
Para a apreciação da controversa figura de Almada Negreiros, é útil recordar o seu seguinte escrito, igualmente citado por Fernando Dacosta: «Portugal é um país de pretos […]. Portugal, uma resultante de todas as raças do mundo, nunca conseguiu a vantagem de um cruzamento útil porque as raças belas isolaram-se por completo. É preciso criar a adoração dos músculos, é preciso educar a mulher portuguesa na sua verdadeira missão de fêmea para fazer homens. Fazei a Apoteose dos Vencedores, seja qual for o sentido, basta que sejam vencedores. Ajudai a morrer os vencidos. Portugal não tem ódios, ora uma raça sem ódios é uma raça desvirilizada.» Note-se que o autor destas afirmações – que, sem exagero, podemos considerar evocadoras do ideário nazi – tinha sangue negro (por parte da mãe). O SPN viria ainda a atribuir a Almada Negreiros o Prémio Columbano pela sua tela intitulada Mulher.
«O Número» 1958 Tribunal de Contas de Lisboa
A partir daqui, Almada dedica-se principalmente ao desenho e à pintura: pinta os vitrais da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, que o público, agarrado às tradições, não aprecia; pinta o conhecido retrato de Fernando Pessoa, os painéis das gares marítimas de Alcântara e da Rocha Conde de Óbidos, pelas quais recebe o Prémio Domingos Sequeira; pinta o Edifício da Águas Livres e frescos na Escola Patrício Prazeres; pinta as fachadas dos edifícios da Cidade Universitária e faz tapeçarias para o Tribunal de Contas e para o Palácio da Justiça de Aveiro, entre muitos outros.
Painel "Quem não viu Lisboa não viu coisa boa". Autor do painel: Almada Negreiros, 1893-1970.
Tendo colaborado tanto com o Estado Novo que a muita gente causou estranheza, Almada não deixaria de escrever: "As construções do Estado multiplicam-se, porém, as paredes estão nuas como os seus muros, como um livro aberto sem nenhuma história para o povo ver e fixar".
Em 1954, pinta o célebre retrato de Fernando Pessoa.
Os seus últimos trabalhos, já com 75 anos, são o Painel Começar na Fundação Calouste Gulbenkian e os frescos da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra. Almada Negreiros morre em 14 de Junho de 1970, de falha cardíaca, no mesmo quarto do Hospital de São Luís dos Franceses em que também tinha morrido Fernando Pessoa.
OBRAS: 1915 - A Cena do Ódio (poesia) (eBook) - A Engomadeira (novela) (eBook) - O Sonho da Rosa (bailado, realização) - Manifesto Anti-Dantas e Por Extenso (eBook) 1916 - Exposição Amadeo de Souza Cardoso - Liga Naval de Lisboa (eBook) 1917 - Ultimatum às Gerações Futuristas Portuguesas do Século XX (conferência, publicada na Portugal Futurista) - K4, O Quadrado Azul (novela) (eBook) 1918 - O Jardim da Pierrette (bailado) (eBook) 1919 - Histoire du Portugal par Coeur 1921 - A Invenção do Corpo (conferência) - A Invenção do Dia Claro (eBook) 1924 - Pierrot e Arlequim (teatro) 1925 - Nome de Guerra (romance), só editado em 1938 1926 - A Questão dos Painéis (ensaio)