quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O ANO EM QUE EU NASCI


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ALMADA NEGREIROS
Pintor e escritor, 1893 - 1970







José Sobral de Almada Negreiros (Trindade, S. Tomé, 7 de Abril de 1893 — Lisboa, 15 de Junho de 1970) foi um artista multidisciplinar, pintor, escritor, poeta, ensaísta, dramaturgo e romancista português ligado ao grupo modernista.
Também foi um dos principais colaboradores da Revista Orpheu.

Vida
Era filho de António Lobo de Almada Negreiros, um tenente de cavalaria que foi administrador do Concelho de São Tomé e fundador de diversos jornais. Uma parte da sua infância foi passada em São Tomé e Príncipe, terra natal da mãe, Elvira Freire Sobral.
Depois da morte da mãe, em 1896, foi viver em Portugal; nesta altura, em 1900, o pai é nomeado encarregado do Pavilhão das Colónias na Exposição Universal de Paris, deixando os filhos José e António ao cuidado dos jesuítas no Colégio de Campolide.
Em 1911, após a extinção do Colégio de Campolide dos Jesuítas e uma breve passagem pelo Liceu de Coimbra, José entra para a Escola Internacional de Lisboa. Nesta escola, consegue um espaço onde irá desenvolver o seu trabalho, publicando, ainda nesse ano, o seu primeiro desenho na revista A Sátira. Publica também o jornal manuscrito A Paródia, onde é o único redactor e ilustrador.


Painel "Lá vem a nau Catrineta que traz muito que contar."
Autor do painel: Almada Negreiros, 1893-1970.

Em 1913, apresenta, na Escola Internacional de Lisboa, a sua primeira exposição individual, composta de 90 desenhos; aqui trava conhecimento com Fernando Pessoa, com quem edita a Revista Orpheu, juntamente com Mário de Sá Carneiro.
Júlio Dantas, médico, poeta, jornalista e dramaturgo, é a maior figura da intelectualidade da época e afirma que a revista é feita por gente sem juízo. Irónico, mordaz, provocador mesmo, Almada responde com o Manifesto Anti-Dantas, onde escreve: "…uma geração que consente deixar-se representar por um Dantas é uma geração que nunca o foi. É um coio d’indigentes, d’indignos e de cegos, e só pode parir abaixo de zero! Abaixo a geração! Morra o Dantas, morra! Pim!"
O manifesto teve algum impacto no meio artístico; é tempo de mudar as mentalidades e a sociedade, e Almada fá-lo como poucos, atacando a cultura burguesa instituída e os seus representantes ao mais alto nível. Em 1917, escreve a novela A Engomadeira.
Em 1919, vai viver para Paris, onde exerce diversas actividades e escreve a Histoire du Portugal par coeur. Em Paris, fica apenas cerca de um ano e, quando regressa, vai colaborar com António Ferro, tendo inclusivamente desenhado a capa do livro deste, Arte de Bem Morrer. Faz também as capas da revista Presença, números 47 e 54.
Em 1927, volta a deixar Portugal, desta vez para Espanha, onde, além de colaborar com diversas revistas, escreve El Uno, Tragédia de la Unidad, obra dedicada à pintora Sarah Afonso, com quem viria a casar em 1934, já após o seu regresso a Portugal.


Painel "Ó terra onde eu nasci".
Autor do painel: Almada Negreiros, 1893-1970.

Em Portugal, vigora já o Estado Novo, e Almada, apoiante das ideias fascistas por influência do Futurismo italiano, começa a ser solicitado para colaborar com as grandes obras do Estado. O Secretariado da Propaganda Nacional – SPN, encomenda-lhe o cartaz de apelo ao voto na nova constituição; o mesmo SPN irá organizar mais tarde a exposição Almada – Trinta Anos de Desenho, convidando-o para se apresentar na exposição Artistas Portugueses, no Rio de Janeiro, em 1942.
Segundo refere Fernando Dacosta na sua obra Máscaras de Salazar (Lisboa, 2002), Almada Negreiros venerava o ditador António de Oliveira Salazar, Presidente do Conselho. Num espectáculo a que este assistiu no Teatro de S. Carlos, em Lisboa, Almada fez questão de o cumprimentar em pessoa. Salazar, que não simpatizava particularmente com ele, limitou-se a perguntar, em tom enfadado: «É o Sr. Almada?», e Almada Negreiros respondia, subservientemente: «Sou sim, Senhor Presidente. Muita honra, Senhor Presidente.»


Painel "Dom Fuas Roupinho, 1º Almirante da Esquadra do Tejo
ou o Milagre de Nossa Senhora da Nazaré".
Autor do painel: Almada Negreiros, 1893-1970.

Para a apreciação da controversa figura de Almada Negreiros, é útil recordar o seu seguinte escrito, igualmente citado por Fernando Dacosta: «Portugal é um país de pretos […]. Portugal, uma resultante de todas as raças do mundo, nunca conseguiu a vantagem de um cruzamento útil porque as raças belas isolaram-se por completo. É preciso criar a adoração dos músculos, é preciso educar a mulher portuguesa na sua verdadeira missão de fêmea para fazer homens. Fazei a Apoteose dos Vencedores, seja qual for o sentido, basta que sejam vencedores. Ajudai a morrer os vencidos. Portugal não tem ódios, ora uma raça sem ódios é uma raça desvirilizada.» Note-se que o autor destas afirmações – que, sem exagero, podemos considerar evocadoras do ideário nazi – tinha sangue negro (por parte da mãe).
O SPN viria ainda a atribuir a Almada Negreiros o Prémio Columbano pela sua tela intitulada Mulher.


«O Número»
1958
Tribunal de Contas de Lisboa

A partir daqui, Almada dedica-se principalmente ao desenho e à pintura: pinta os vitrais da Igreja de Nossa Senhora de Fátima, que o público, agarrado às tradições, não aprecia; pinta o conhecido retrato de Fernando Pessoa, os painéis das gares marítimas de Alcântara e da Rocha Conde de Óbidos, pelas quais recebe o Prémio Domingos Sequeira; pinta o Edifício da Águas Livres e frescos na Escola Patrício Prazeres; pinta as fachadas dos edifícios da Cidade Universitária e faz tapeçarias para o Tribunal de Contas e para o Palácio da Justiça de Aveiro, entre muitos outros.


Painel "Quem não viu Lisboa não viu coisa boa".
Autor do painel: Almada Negreiros, 1893-1970.

Tendo colaborado tanto com o Estado Novo que a muita gente causou estranheza, Almada não deixaria de escrever: "As construções do Estado multiplicam-se, porém, as paredes estão nuas como os seus muros, como um livro aberto sem nenhuma história para o povo ver e fixar".


Em 1954, pinta o célebre retrato de Fernando Pessoa.

Os seus últimos trabalhos, já com 75 anos, são o Painel Começar na Fundação Calouste Gulbenkian e os frescos da Faculdade de Ciências da Universidade de Coimbra.
Almada Negreiros morre em 14 de Junho de 1970, de falha cardíaca, no mesmo quarto do Hospital de São Luís dos Franceses em que também tinha morrido Fernando Pessoa.




OBRAS:
1915 - A Cena do Ódio (poesia) (eBook)
- A Engomadeira (novela) (eBook)
- O Sonho da Rosa (bailado, realização)
- Manifesto Anti-Dantas e Por Extenso (eBook)
1916
- Exposição Amadeo de Souza Cardoso - Liga Naval de Lisboa (eBook)
1917
- Ultimatum às Gerações Futuristas Portuguesas do Século XX (conferência, publicada na Portugal Futurista)
- K4, O Quadrado Azul (novela) (eBook)
1918
- O Jardim da Pierrette (bailado) (eBook)
1919
- Histoire du Portugal par Coeur
1921
- A Invenção do Corpo (conferência)
- A Invenção do Dia Claro (eBook)
1924
- Pierrot e Arlequim (teatro)
1925
- Nome de Guerra (romance), só editado em 1938
1926
- A Questão dos Painéis (ensaio)

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

A TERRA DA MINHA MULHER


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A freguesia de Vilar de Amargo fica situada no extremo NE do distrito da Guarda, com concelho de Figueira de Castelo Rodrigo, de que dista 8 kms, tendo por vizinhas as freguesias de Algodres (6 kms), Almendra (7 kms), Freixeda do Torrão (6 kms) e Escalhão (15 kms).Em tempos idos, pertenceu aos extintos concelhos de Almendra e Castelo Rodrigo, às comarcas de Pinhel e Trancoso e à grande provedoria de Lamego.

A minha esposa com os pais e os avós maternos

Legenda:
À esquerda - a minha esposa com 9 anos (1974).
À direita - do lado direito os pais, Eduardo Augusto Pinto (5/5/1922 - 30/1/1981)e Otília dos Anjos Marques (17/1/1924 - 2/12/2006); do lado esquerdo os avós maternos, João Baptista Marques ( - ) e Elisa Lobão ( - ).

O BRASÃO

Heráldica
Brasão: escudo de prata, uma cabaça e um cantil de vermelho, com correias de azul e um lagarto de verde, animado e armado de vermelho. Coroa mural de prata de três torres. Listel branco, com a legenda a negro: "VILAR de AMARGO".

O PADROEIRO

São Miguel Arcanjo, cujo nome significa "o que é um com Deus", é considerado o chefe dos exércitos celestiais e o padroeiro da Igreja Católica Universal. É o anjo do arrependimento e da justiça.

A JUNTA DE FREGUESIA


A ALDEIA



MUSEU ETNOGRÁFICO

terça-feira, 22 de setembro de 2009

O ANO EM QUE EU NASCI


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SPORT LISBOA E BENFICA
Símbolo do Benfica


SPORT LISBOA E BENFICA

EQUIPA DO BENFICA - ÉPOCA 1970/71


Desempenho:
Campeonato da 1ª Divisão: CAMPEÃO
Taça de Portugal: Finalista (Vencedor: Sporting)
Taça das Taças: Eliminado na 2ª Eliminatória pelo Vorwaerts (Vencedor: Chelsea)

Resultados do Campeonato Nacional da 1ª Divisão:
Benfica - CUF 1-0
Sporting - Benfica 1-1
Benfica - Boavista 4-0
Vit. Guimarães - Benfica 0-0
Benfica - FC Porto 2-2
Belenenses - Benfica 1-1
Benfica - Tirsense 7-0
Barreirense - Benfica 0-2
Farense - Benfica 1-0
Benfica - Leixões 5-0
Vit. Setúbal - Benfica 2-0
Benfica - Varzim 3-0
Académica - Benfica 0-0
CUF - Benfica 0-2
Benfica - Sporting 5-1
Boavista - Benfica 0-3
Benfica - Vit. Guimarães 1-0
FC Porto - Benfica 4-0
Benfica - Belenenses 3-1
Tirsense - Benfica 2-4
Benfica - Barreirense 1-0
Benfica - Farense 5-0
Leixões - Benfica 1-2
Benfica - Vit. Setúbal 1-0
Varzim - Benfica 0-4
Benfica - Académica 5-1

Resultados da Taça de Portugal:
Benfica - Luso 11-0
Barreirense - Benfica 1-7
Benfica - Independente 6-0
Independente - Benfica 0-2
Tirsense - Benfica 1-3
Benfica - Tirsense 5-1
Sporting - Benfica 4-1

Resultados da Taça das Taças:
Olimpija - Benfica 1-1
Benfica - Olimpija 8-1
Benfica - Vorwaerts 2-0
Vorwaerts - Benfica 2-0 (5-3 após as grandes penalidades)

Resumo:
Jogos: 37
Vitórias: 26
Empates: 6
Derrotas: 5
Golos Marcados: 108
Golos Sofridos: 28

Presidente:
Borges Coutinho

Plantel:
Artur Jorge, Zeca, Humberto Coelho, José Henrique, Malta Silva, Eusébio, Nené, Jaime Graça, Adolfo, Simões, Matine, Vitor Martins, Diamantino, Toni, Torres, Calado, Barros, Praia, Raul Águas, Fonseca, Massias, Marques, Jacinto, Armando Vieira
Treinador:
Jimmy Hagan

ARTUR JORGE

Melhor Marcador:
Artur Jorge: 37
Nome Completo: Artur Jorge Braga de Melo Teixeira
Alcunha: ?
Nacionalidade: Portuguesa
Local de Nascimento: Porto / Portugal
Data de Nascimento: 13 de Fevereiro de 1946
Posição: Ponta-de-Lança
Altura: ?
Peso: 75Kg
Primeiro golo: 30 de Setembro de 1970, na Luz
(S.L.Benfica 8 - Olimpija 1) - Marcou o 5-1 aos 67'

Curiosidades:
Nada a contar, tirando a conquista de mais um campeonato...
Entre 02/03/1969 e 18/12/1973, o Benfica registou a espantosa marca de 91 jogos consecutivos sem perder, com 80 vitórias e 11 empates.

O PRESIDENTE DO CLUBE
Dr. Duarte António Borges Coutinho

Sócio do clube desde 1959 e posteriormente "Vitalício", era um homem extremamente educado, tendo mesmo sido considerado por alguns como um verdadeiro "gentleman". De excelente trato social, representou como ninguém o clube junto das mais altas instâncias sociais, políticas e desportivas, em Portugal e no mundo. Proposto pelo sócio Francisco Mata, desempenhou em 1964 um cargo na Direcção dos Assuntos Administrativos e Instalações Sociais. Foi também administrador do jornal e vice-presidente da Comissão Central.
Em 12 de Abril de 1969 os sócios elegeram-no presidente da Direcção, o que voltou a acontecer em 3 de Julho de 1971, 31 de Março de 1973 e 24 de Junho de 1975. Em 1973-1974 pertenceu à Comissão da Sede, tal como em 1975-1976. A "Águia de Ouro" foi-lhe atribuída através de proposta aprovada na Assembleia Geral de 14 de Março de 1973, pelos relevantes serviços prestados ao clube.


O TREINADOR

Jimmy Hagan chegou ao Benfica em 1970. De 1970 a 1973 liderou a equipa a três vitórias consecutivas no Campeonato e a uma Taça de Portugal, um recorde que nenhum outro treinador desde então conseguiu repetir ao serviço do Benfica. Neste período, enquanto treinador do Benfica, também chamou a atenção da Europa, quando a equipa chegou às meias-finais da Taças dos Campeões Europeus, sendo apenas afastado pelo lendário Ajax daquela era.






O ESTÁDIO

Com a multiplicação dos Festivais Pró-Estádio em vários locais, dentro e fora do país, do Minho a Timor, os trabalhos decorrem sem interrupções, em pleno clima de exaltação. A 30/01/1954, quando se adjudica a empreitada para as fundações das bancadas - pelo valor de 542 330$00 -, havia nos "Fundos" um saldo de 2 336 825$48. Em simultâneo, inicia-se uma gigantesca "Campanha do Cimento". Quando, a 17/05/1954, se inicia a construção das bancadas do 1.º e do 2.º anel, adjudicadas por 5 968 000$00, regista-se um saldo de 2 078 400$48 e assinala-se a entrada no Clube de 9 327 sacos de cimento, correspondendo a 467 toneladas. Em Outubro de 1954, foi criada a campanha "O Último Impulso - Quem não deu que dê agora, quem já deu que torne a dar". O slogan serviu para incentivar os donativos em dinheiro e cimento que se prolongaram para lá da inauguração do estádio, permitindo a Joaquim Bogalho, tal como era seu desejo, pagar o estádio - no valor de 12 037 683$65 - quando deixou o cargo de presidente da direcção, após as eleições de 30/03/1957.
Finalmente, às 11 horas do dia 1 de Dezembro de 1954, o emocionado líder do Clube, e maior responsável pela passagem do sonho à realidade, Joaquim Ferreira Bogalho, abre simbolicamente uma das portas de acesso ao Estádio, inaugurando um dos mais belos recintos desportivos do mundo. O Recinto viria a acompanhar o futuro crescimento desportivo e associativo do Clube. Originalmente com "dois anéis", sem iluminação e isolado, seria mais tarde dotado de torres de iluminação (1958), de um 3º anel construído em duas fases (1960 e 1985, permitindo aumentar a sua lotação para 70 000 e 120 000 pessoas, respectivamente) e de inúmeras infraestruturas desportivas à sua volta. A 04/01/1987, por ocasião da 15.ª jornada do Campeonato Nacional de 1986/87, frente ao FC Porto, o Estádio da Luz registaria a maior assistência de sempre: 135 000 pessoas!

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O ANO EM QUE EU NASCI


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CAMPEONATO DO MUNDO DE FUTEBOL

MÉXICO 1970

CARTAZ


Mundial de 1970, no México, aclamado por muitos como o melhor Mundial de Sempre. De facto, este Campeonato do Mundo foi único, em termos de Fair-Play, na medida em que nenhum jogador foi expulso durante o Torneio. O futebol de ataque esteve em alta, impulsionado pelos talentosos brasileiros que se iriam sagrar campeões e pelos germânicos.
A escolha do México para anfitrião do Mundial foi, de certa forma polémica, pois muitos delegados europeus temiam as consequências da altitude e do clima próprio Mexicano. Mas o campeonato acabou mesmo por se realizar no país, até porque este já estava dotado das infra-estruturas necessárias, uma vez que tinha sido o país organizador dos Jogos Olímpicos de 1968.

Tal como em 66, as 16 equipas em prova foram divididas em 4 grupos:

Grupo A: México; União Soviética; Bélgica; El Salvador
Grupo B: Itália; Uruguai; Suécia; Israel
Grupo C: Brasil; Inglaterra; Checoslováquia; Roménia
Grupo D: Alemanha; Peru; Bulgária, Marrocos

Em particular, o Brasil apresentava-se fortíssimo com Pelé em excelente forma, o Peru tinha uma boa equipa com Cubillas como grande referência, A Alemanha tinha uma equipa de características fortemente atacantes, mas que realizou um belo Mundial, e a Inglaterra, como detentora do título, apresentava-se como favorita, mas acabou por não corresponder às expectativas. Em relação ao nosso Portugal, não conseguiu a qualificação para este Mundial, depois da excelente campanha dos "Magriços", quatro anos antes.

A MASCOTE - JUANITO

Um mexicano com o uniforme da selecção nacional, sem esquecer o típico “sombrero”


FINAL
BRASIL-ITÁLIA 4-1
Cidade do México (Azteca), 21 de Junho (domingo)
Árbitro: Glöckner (RDA)



EQUIPA DO BRASIL - CAMPEÃ


BRASIL: Felix; Carlos Alberto, Brito, Piazza e Everaldo; Clodoaldo e Gérson; Tostão, Rivelino, Jairzinho e Pelé
Treinador: Mário Zagalo (brasileiro)



EQUIPA DA ITÁLIA - FINALISTA


ITÁLIA: Albertosi; Burgnich, Cera, Bertini (Juliano, 75), Rosato e Facchetti; Domenghini e De Sisti; Mazzola, Boninsegna (Rivera 84) e Riva
Treinador: Ferrucio Valcareggi (italiano)
Marcadores: 1-0, Pelé (18); 1-1, Boninsegna (37); 2-1, Gérson (66); 3-1, Jairzinho (71); 4-1, Carlos Alberto (87)



Estadio Azteca- Cidade do Mexico-Mexico




EQUIPA-IDEAL
Mazurkiewicz (Uruguai)
Carlos Alberto (Brasil) Schwarzenbeck (RFA) Beckenbauer (RFA) Facchetti (Itália)
Clodoaldo (Brasil) Overath (RFA) Rivelino (Brasil)
Jairzinho (Brasil) Müller (RFA) Pelé (Brasil)

NÚMEROS

ANFITRIÃO: México (31 de Maio-21 de Junho)
CIDADES: 5 (Cidade do México, Guadalajara, León, Puebla e Toluca)
ESTÁDIOS: 5
JOGOS: 32
GOLOS: 95 (média de 2,97 por jogo)
(1 na própria baliza, 7 de livre directo, 5 de penálti e 12 de cabeça)
MELHOR ATAQUE: Brasil, 19
ESPECTADORES: 1,673,975 (média de 52,312 por jogo)
PARTICIPANTES: 16
ESTREANTES: 3 (El Salvador, Israel e Marrocos)
PENÁLTIS: 5 (nenhum falhado)
CARTÕES AMARELOS: 44
CARTÕES VERMELHOS: 0

A BOLA


No Mundial do México (1970) apresenta-se a Telstar, bola que permitiu ao Rei Péle marcar o seu último golo em Mundiais.
A primeira bola com um total de 32 polígonos pretos e brancos chamada Telstar (da Adidas)... usada pela primeira vez num Mundial em 1970 (México), porque "via-se melhor nos ecrãs a preto e branco da altura" (até porque foi o primeiro Mundial a ser transmitido pela TV.)


ESTÁDIOS DO MUNDIAL


ESTÁDIO AZTECA - PALCO DA FINAL DO CAMPEONATO





ESTÁDIO JALISCO





ESTÁDIO CUAUHTEMOC





ESTÁDIO LEON





ESTÁDIO NEMESIO DIEZ - LA BOMBONERA

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

OS THE CURE NO SEU MELHOR

Começei a ouvir os The Cure com cerca de 14 anos de idade (tenho 38 anos), influenciado pelo meu primo Ismael, que vive no Canadá. Desde aí tenho acompanhado o percurso desta banda, que é uma das minhas favoritas. Ainda hoje os oiço com muito entusiasmo. Deixo aqui um dos meus temas preferidos, tocado em 1984, no Nakano Sun Plaza, em Tóquio.
Este concerto no Japão foi uma data no meio da digressão de 1984, a caminho dos Estados Unidos. Seria também o último concerto de Andy Anderson com os The Cure, pois pouco depois deste concerto seria afastado da banda por mau comportamento deixando a banda com um grande problema a poucos dias de novos concertos.
Os The Cure eram nesta altura; uma banda extremamente eficiente, com um virtuoso baterista, um baixista extremamente profissional, um guitarrista extraordinário, um teclista criativo e um alucinado Robert Smith.




NAKANO SUN PLAZA


Mainset:
shake dog shake
play for today
secrets
primary
wailing wall
piggy in the mirror
three imaginary boys
the hanging garden
bird mad girl
the walk
one hundred years
give me it
a forest
the top

Encore 1:
charlotte sometimes
let's go to bed

Encore 2:
happy the man
the caterpillar

Encore 3:
boys don't cry
10.15 saturday night
killing an arab
forever
the lovecats

A LETRA
A FOREST

Come closer and see
see into the trees
find the girl
while you can
Come closer and see
see into the dark
just follow your eyes
just follow your eyes

I hear her voice
calling my name
the sound is deep
in the dark
I hear her voice
and start to run
into the trees
into the trees

into the trees

Suddenly I stop
but i know it's too late
I'm lost in a forest
all alone
The girl was never there
it's always the same
I'm running towards nothing
again and again and again


A banda nesta altura era composta por:
Robert Smith - Voz, Guitarra
Lol Tolhurst - Teclados
Porl Thompson - Guitarra, Teclados
Phil Thornalley - Baixo
Andy Anderson - Bateria